Aprender uma língua

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Aprender uma língua é muito mais um exercício de absorção e repetição do que um trabalho de estudo e análise.

Começa-se muitas vezes a aprender uma língua pela leitura das regras gramaticais mas o que se deveria fazer é precisamente o contrário. Deveria começar-se a aprender uma língua pelo lado prático do idioma. Seria assim mais importante aprender a usar, ou seja, o que dizer em diversas situações, o que perguntar, como responder, como devemos usar a língua e a boca, como devemos usar o corpo. Sim, porque comunicar é muito corpo, mais do que se pensa. Conta muito como nos mexemos. como inclinamos a cabeça, para onde olhamos, como usamos as mãos. Com esta harmonização entre movimento e palavra a comunicação, e pro conseguinte a aprendizagem de uma língua, ganha mais autenticidade e inteligibilidade. Ninguém imagina, por exemplo, falarmos do passado sem olhar, nem que seja durante milésimos de segundo para trás. Ou expressarmos algo grande sem abrir os olhos ou dar a impressão de algo com uma dimensão assinalável com as mãos. 

Depois sim, a gramática, as regras. Sem elas, também não se pode compreender bem a língua. Melhor dizendo, e para não dar a impressão incorrecta, à gramática não deve ser dado um menor valor. Não deve, isso sim e na minha opinião, é vir sempre em primeiro plano, como se na gramática tivesse a chave para eu resolver os problemas do dia a dia.

Por último a motivação. Ao aprender uma língua, é essencial usá-la naquilo que nos interessa, dentro dos temas pelos quais nutrimos um gosto, um prazer. 

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